Previna-se: 13 dicas para navegar com mais segurança na internet

Desde que o ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) Edward Snowden revelou o esquema norte-americano de ciberespionagem, muita gente se preocupa em como usar a internet de forma segura. Afinal, nunca se sabe quando um governo ou desconhecido pode estar bisbilhotando seus dados pessoais ou ainda seguindo seus passos na rede.

Fato é que uma série de ferramentas foram (e estão sendo) criadas para melhorar a experiência dos usuários enquanto navegam na web. E se você é um dos internautas que cada vez mais se preocupam sobre como proteger e prevenir o vazamento das suas informações – sem ficar paranoico, claro –, fique de olho nas dicas a seguir. O pessoal da ESET, uma empresa de segurança da Eslováquia, elaborou 12 medidas para ajudar você a utilizar a internet com mais proteção e confiança.

1) Não instale softwares suspeitos, mesmo os plug-ins

Além de comuns, os plug-ins de browsers são uma forma simples de adicionar funções ao seu navegador, como baixar vídeos do YouTube ou adicionar feeds de redes sociais. Mas diversas extensões maliciosas têm roubado dados de usuários e até utilizado os computadores das vítimas para realizar ataques de negação de serviço.

Escolha os apps do seu browser com cuidado e de preferência aqueles de empresas que você ouviu falar. É imporante ficar atento aos itens com boas avaliações dos usuários na loja de aplicativos oficial do navegador. E pense duas vezes se a ferramenta for gratuita, pois serviços não-pagos geralmente oferecem um risco maior à sua máquina.

2) Bloqueie pop-ups

Não somos totalmente contra janelas pop-ups. Mas algumas são usadas para distribuir malware ou para golpes de phishing. Configure o seu navegador para bloqueá-las por padrão, assim seu PC faz uma análise de qualquer janela pop-up que surgir e abre somente as que você quiser ver.

3) Não seja amigável demais

A internet é um lugar público onde qualquer pessoa pode se tornar colega de outra. Aceitar solicitações de amigos no Facebook, por exemplo, pode parecer uma boa ideia, mas lembre-se que você pode autorizar pessoas desconhecidas a saber boa parte do que acontece na sua vida. Seus dados privados podem ser facilmente rastreados, entregando sua localização, emprego e até seu número de telefone.

Aceitar solicitações de amizade de pessoas que você não conhece ou confia põe sua reputação em risco. Por isso, o recomendado é que você filtre regularmente seus contatos no Facebook, Twitter e outras páginas de relacionamento para estar seguro. Reveja também suas configurações de privacidade em cada um desses sites.

4) Cuidado ao clicar em links no Twitter e Facebook

Histórias curiosas e engraçadas circulam com rapidez no Twitter e no Facebook, e se tornam armadilhas perfeitas para que os cibercriminosos enganem usuários desatentos. Procure no Google, encontre uma fonte confiável e leia a partir dali para saber se aquela situação maluca é mesmo verdade.

5) Nunca atualize um player de vídeo apenas para assistir a um vídeo

Uma das medidas de segurança mais básicas para usuários da internet é garantir que programas como Flash e Java estejam atualizados – versões antigas permitem que cibercriminosos encontrem acesso fácil para atacar o seu PC. Mas fique alerta: se um vídeo solicitar para você fazer uma atualização, não clique! Essa é uma tática comum do crime virtual para instalar malware, inclusive com vídeos sobre notícias e celebridades. Atualize esses programas a partir do painel de controle do seu computador ou quando as próprias empresas solicitarem atualização.

6) Presentes “gratuitos” online, na verdade, não são gratuitos

Toda semana aparece um concurso tentador nas redes sociais com o sorteio de vários produtos de tecnologia – a a maioria deles bem caros, como tablets, smartphones, videogames e TVs. Você deve ficar atento a esse tipo de campanha, já que boa parte dessas promoções pede que você preencha um cadastro com dados pessoais para poder concorrer. Cibercriminosos usam esses ataques para coletar informações que podem ser usadas em ataques de roubo de identidade.

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